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Anti Cotas
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Cotas aumentam o ódio racial?

Uma reflexão sobre os efeitos das cotas raciais sobre o racismo, a discriminação e o ódio racial.

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Há estudos sérios que dizem que as cotas não só aumentam, mas criam o ódio racial. Na Índia, estão a beira de provocar uma guerra entre grupos "raciais" onde antes não havia inimizade declarada. Na Malásia, idem.

Acho que a prova de que o mesmo já está acontecendo aqui é esse grupo, repleto de adolescentes que deveriam estar aí curtindo a vida (ou estudando pro vestibular), e estão aí falando mal de negros.

Não dá pra negar: as cotas são racistas, pois diferenciam o negro dos outros, e discriminatórias, pois para favorecer os negros, discriminam e prejudicam os não-negros. Quem é a favor das cotas argumenta que o racismo e discriminação nesse caso são bons e justificáveis... Mas nem mesmo eles negam a natureza das cotas: racistas e discriminatórias.

Então, pergunto a todos, incluindo negros que defendem e os que são contra as cotas: por que demos ao governo o direito de nos dar um "presente de grego" como esse, nos jogando uns contra os outros, por causa de uma esmola ridícula pra uma parcela mínima dos negros?

Por um momento, pare de pensar em você como um beneficiário individual das cotas, ou como líder que vai ganhar salário em comissões raciais ou movimentos negros, ou quem sabe até um cargo eletivo,... e pensem na população negra em geral: as cotas valem o custo que vão ter pra população negra, que pra começar nunca as pediu?

Hoje, os racistas são ridicularizados entre os brancos. São caracterizados como burros, imorais, escrotos, injustos e incapazes (pois tem que contar com o racismo pra competir os outros). Amanhã, eles vão ter uma justificativa para recrutar jovens para o seu ódio, pois um grupo racial vai estar sendo favorecido pelo Estado.
Abaixo o racismo! Abaixo a discriminação!

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Reações sobre o texto acima

Como foi posto em um fórum de discussão, o texto acima gerou algumas respostas. Vou colocar aqui os comentários que se seguiram (identificando quem os fez), bem como a minha resposta (identificada como "Ricardo") a estes comentários.
 
Fabio: Quanto ao preconceito que os negros cotistas vão sofrer ao sairem da faculdade, esse provavelmente vai ser o problema mais sério, por esse motivo são necessarias politicas afirmativas muito mais amplas do que simples cotas.
Ricardo: Interessante: os cotistas brancos não vão sofrer esse preconceito! Vão pegar carona no movimento deles, e beleza! A turminha folgada que usar bronzeador, permanente e photoshop antes do constrangedor "exame racial", vai se formar, e só quem vai ficar estigmatizado como cotista é o próprio negro - quer ele tenha passado por causa das cotas, ou não! Mui amigo dos negros o sistema, né?

Tô até imaginando o pensamento de quem inventou as cotas:
"Que tal colocar todos os negros para sempre numa posição defensiva, em que seus avanços serão sempre vistos com desconfiança de que foram devidos ao favorecimento? Basta que cedamos algumas vagas a eles baseando-se na sua raça, e mesmo que algum dia as cotas caiam, eles vão ter que ficar se explicando durante gerações...
Se não conseguirem emprego depois, a culpa terá sido da incompetência deles... Nesse caso, vamos fazer cotas raciais nos empregos também, vamos jogar os trabalhadores uns contra os outros, eles não vão ter tempo de ficar brigando por maiores salários ou melhores governantes se estiverem brigando entre si, definindo quem é preto e quem não é."...
aff.

Começo a pensar que as cotas são um complô de brancos contra os negros. Você está condenando pessoas a serem taxadas de "cotistas" antes mesmo delas nascerem, pelo simples fato de serem negras! O corvo da desconfiança vai estar pousado nas costas deles para sempre, quer eles concordem com cotas ou não...

E a grande massa de negros que ficar de fora, com cota ou sem cota? "Mais tu é burro mermo, né? Nem com cota entrou na facu!"
Já o branco folgado vai sempre poder dizer que não entrou por que "os negros roubaram minha vaga!".

Bom pra quem? Só para racistas, larápios e oportunistas desonestos, interessados em ganhar salário e capital político "defendendo" os negros.
Quem defende as cotas é inimigo dos negros.
 
VIRNA - Que há oportunistas... onde não há?
Por causa dos oportunistas negar um direito aos negros? Viu porque a necessidade de uma porcentagem de cotas para negros, outra para pardos, outra para carentes,etc?!! É isto que esta comunidade precisa entender!
 
Fábio - Se eu fosse negro, preferiria ser um médico estigmatizado a ser seu jardineiro mesmo que você me respeitasse.

Ricardo - Sua lógica seria ok, se não existissem médicos negros não-estigmatizados como cotistas hoje, ou se as cotas dessem o direito a todos os negros que hoje são jardineiros se tornarem médicos estigmatizados, se assim o desejarem.

O problema é que as cotas que você defende vão estigmatizar todos os médicos que são negros, inclusive os que discordam das cotas, e todos os negros que seriam médicos mesmo sem elas.
Enquanto isso, os cotistas brancos não vão ser estigmatizados... ao contrário, vão dizer que conseguiram se formar ainda que os negros tenham "roubado" parte das vagas... Ainda que na verdade, sejam cotistas, ou falsificadores bronzeados.

As mulheres, que são tão (ou mais) inteligentes que os homens não precisaram de cotas pra conquistar o seu espaço. E ninguém pode dizer que elas não sofreram preconceitos terríveis.
Mas não passa pela cabeça de ninguém dizer que elas só estão lá em cima não por competência própria, mas por que são incapazes injustamente favorecidas.

Como eu já falei, cotistas são falsos amigos dos negros. São verdadeiros inimigos. Não estou te acusando necessariamente de má-fé, mas agora você sabe a verdade: reconheça, você está predando em cima deles.

E você já deu a entender, anteriormente, que quer mesmo ver o circo pegar fogo, quando falou: "vai ser bom quando a classe média se recusar a ser tratada por um médico negro, pois isso vai escancarar o racismo".

Hoje, não há notícias de pessoas recusando médicos negros. Amanhã, se alguém recusar que um médico negro opere seu filho, não teremos como saber se é por racismo mesmo, ou é por que está desconfiado que ele é um cotista incompetente. "Bom pra quem?", como vc gosta de perguntar?
Bom pros racistas. Bom pras "lideranças raciais". Bom pros médicos brancos. Péssimo para os negros.
 
Fabio - Médicos negros são uma raridade incrível, por isso é um exemplo que eu gosto de adotar, hoje as faculdades de medicina são as mais elitizadas, pois são as mais dificeis de entrar e as mais caras.

Se alguem se recusar a ser tratado por um médico negro, azar, vai morrer, hoje falta médico em todas as cidades, inclusive as capitais, não se pode dar ao luxo de recusar.


Quanto as mulheres, eu concordaria com cotas para elas, se os dados não estivessem mostrando que a diferença economica entre mulheres e homens vem caindo ao longo dos anos, fato que não vem acontecendo entre negros e brancos.
Por sinal existem cotas para mulheres na política, os partidos são obrigados a terem um mínimo de candidatas, o problema é que a população feminina não faz questão de eleger mais mulheres.
 
Emilia -  em se tratando de cotas de negros para universidades públicas, sim. Em alguns cursos universitários, os alunos fazem de tudo para os alunos tranferidos de outras universidades desprestigiadas se sintam inferiorizados, ridicularizados e excluídos. O mesmo aconteceria com negros de cotas...
Se eu me matasse de estudar para um curso concorrido e um negro entrasse com uma pontuação muito inferior à minha, eu teria um sentimento de revolta, e despejaria toda minha raiva neles...
 
Ricardo - Um grupo de "bonzinhos" similar é o de cristãos americanos e de governantes africanos,... eles defendem a abstinência sexual para frear a AIDS. Na África do Sul, o governo está fazendo testes anuais e obrigatórios de virgindade (financiado pelo Bush e pela direita cristã americana), pra estigmatizar as meninas que perderem a virgindade... tudo para "manter a virgindade na família sul-africana, evitar a AIDS e salvar vidas".

Ora, é lógico que se as pessoas não fizerem sexo, não vão pegar AIDS. Mas é inumano, é indecente acreditar que elas vão parar de fazer sexo. Talvez até alguns poucos párem... meia dúzia? Duas dúzias? Mas e o resto? Usar isso como política é errado. Cruel. Imoral. Pior, é assassinato.
Quem defende esse tipo de solução é mau. Não tem um pingo de amor pela humanidade. Mas ganha popularidade, e dinheiro! Muito dinheiro... e muitos votos.

O caso das cotas raciais é a mesma coisa. E você está vendo isso, mas vai negar. Afinal, não é conveniente pra você discutir.
Viva as cotas, né?
 
Ricardo (de novo) - Quem defende as cotas chega ao cúmulo de dizer que médicos negros (e outros profissionais) hoje não existem.
Essa informação é errada:  existem sim, e não são poucos. Dizer o contrário é racismo.
São profissionais capazes e respeitados. Eu mesmo conheço vários.
Quer um exemplo? O prefeito de Campinas recém-eleito: Dr.Helio Santos, negro, médico formado na Unicamp e professor universitário da Pucc.
Muitos negros têm capacidade sim senhor.

Não se deve fugir dos assuntos abordados:
1- Que as cotas são discriminatórias e racistas.
2- Que as cotas inferiorizam o negro
3- Que as cotas raciais estigmatizam os negros que não precisaram delas para vencer, fazendo com que todos sejam vistos como "cotistas"
4- Que as cotas aumentam o ódio racial na população (que é  objetivo de muitas "lideranças raciais" pró-cotas, pra "escancarar o racismo", né?)
5- Que as "lideranças raciais" que defendem as cotas só têm interesse em ver o "circo pegar fogo", e não estão nem aí pro negro. Abraçam uma causa que eles sabem que tem consequências drásticas, mas quando mostram isso a eles, eles fecham os olhos. Preferem se manter naquilo que dá a eles popularidade fácil (e poder, e dinheiro como "militantes da causa negra), e não os estigmatiza pessoalmente.
Para eles, as cotas são uma grande oportunidade política, né! E os negros que se danem...
 
Fábio - Acredito que de repente o uso de cotas raciais possa vir a aumentar o racismo direto, coisa que nào existe de maneira formalizada no Brasil.

Entretanto, o racismo estrutural que se refera a institucionalizaçào do preconcito atraves da injustiça social, esta ai no nosso dia a dia, a cada passo q vc dá. Esse em meu ver é a pior forma de preconceito. portanto, solucionar essa forma de racismo esta ligada a inclusao desses negros na sociedade. E, isso só pode se der de maneira artificial, ou seja o uso de cotas que beneficiem esses negros. Ìsso não modifica a estrutura mas a organiza para que posteriormente, reelaborada.

Irene - Sou favor sim!! discriminatoria ou nào ainda acredito que devemos saber respeitar as diferenças e a melhor maneira é reconhecendo que a desigualdade requer tratamento diferente os desiguais... Pensem nisso... assistência particularizada...
 
Ricardo - Assistência particularizada, sim. Cotas, não.
O grande erro da maioria dos argumentos pró-cotas é reduzir a questão a um "tá certo, cotas são ruins, mas é ou cotas, ou ficar de braços cruzados". Essa é uma falsa dicotomia, uma falsa escolha.

Existem outras maneiras de reduzir a desigualdade. A cota é a pior delas, a mais cruel com os negros.

Não é por que a solução é imediata que ela é boa. Resolver o problema leva tempo e esforço.
É verdade que alguns dos que hoje estão no final do ensino médio não terão tempo? Sejamos sinceros: sim, é verdade.

Mas se formos pra esse lado, responda: o que fazer com jovens negros de 28 anos, por exemplo, que já tem família pra sustentar, não podem mais estudar pro vestibular ou fazer faculdade, mas que também querem ser médicos? Vamos dar um diploma pra eles mesmo sem que eles cursem a faculdade?

É lógico que nenhum de vocês concorda com isso, pois não se forma um médico sem faculdade. Os custos da existência desses "médicos" para os demais negros e para a sociedade seriam obviamente muito elevados.

Então, repito: o problema da educação deve ser resolvido na base, senão não adianta: não se forma um médico sem base.

Sem base, formaremos profissionais incompetentes - e pior, ESSES serão constantemente comparados com brancos e japoneses! Isso vai ser bom pra causa negra?

O fato das cotas serem imediatas não faz delas uma solução boa. Ao contrário, as suas consequências vão ser terríveis para os negros não-cotistas, e para as gerações futuras. Ser médico e branco vai virar atestado de competência, independente das reais qualificações. Já ser médico e negro...

Todo mundo concorda que a solução é o ensino básico. Se queremos a igualdade entre negros e não-negros, não é formando profissionais ruins para representar os negros que a atingiremos.

Cotas são uma solução artificial que só prejudicarão os negros. E os maiores prejudicados serão os negros competentes. 
 
Charles -  Não, eu não acho que as cotas aumentarão o ódio racial. Minha opinião, assim como já comentado por outros aqui neste tópico, é de que as cotas serão a "muleta" daqueles que estão pré-dispostos a não aceitarem os negros em novas posições na educação e no mercado de trabalho.

O exemplo debatido sobre o médico foi excelente. Sim, pode acontecer de alguém recusar a ter seu filho operado por um médico negro. E se você me perguntar, para mim, o racismo disfarçado de hoje, ou o racismo declarado, têm o mesmo efeito. A diferença é que o disfarce nos (a quem?) faz achar que "está tudo bem".

Se alguém não tem uma tendência a discriminar, se foi educado para não discriminar, se não quiser discriminar, não irá discriminar. Isso é fato.

Falta de preparação? De onde veio isso? As cotas são para a entrada nas faculdades e universidades, não para a saída. Com ou sem cotas, profissionais despreparados e fracassados continuarão existindo.
 
Ricardo -  O Charles falou algo correto: as cotas não aumentam (nem diminuem) o racismo.

Assim, mudei minha opinião. As cotas não aumentam o racismo, que é uma falha de percepção/caráter inerente à pessoa (o cara não gosta de negros, ou de gordos, ou de velhos, ou de judeus, ou de baixinhos.... sei lá. nada vai fazê-lo mudar de pensamento ).

As cotas não aumentam o racismo, mas aumentam a discriminação contra negros, na medida em que passarão a identificar os negros com cotistas.

Racismo no Brasil, tem de monte. Discriminação racial, é algo muito raro. (eu pelo menos nunca vi negro ser barrado em restaurante, ou vizinhança, apenas por ser negro... existe, mas é caso isolado. Não vi nenhum movimento querendo "defender" a Suzana Werner do casamento com o Ronaldinho... e esse é um patrulhamento bastante comum nos EUA e na Europa, vide a polêmica e os escândalos da sociedade com a namorada loira do Tiger Woods, ou a namorada negra do Boris Becker).

Há quem pense que é muito bom que o racismo daqui seja igual ao americano, "muito melhor que o nosso, pois as pessoas podem vê-lo claramente e se defender".

Essas pessoas estão defendendo a discriminação racial como positiva para os negros (pra mim, essa idéia é tão gritantemente errada que chega a ser ridícula).

Voltando às cotas: hoje, um médico negro recebe respeito até maior que os brancos (pois as pessoas pressupõem que ele era tão bom que venceu a pobreza, então tem um valor maior).
Amanhã, elas porão em dúvida a competência desse mesmo médico negro, pois vão pressupor que ele é um cotista.

E não há razão pra pensar que os cotistas têm a mesma competência de outros, já que "a cota é pra entrar, não pra sair".
A gente conhece nosso governo, e sabe que se eles reprovarem em massa os cotistas, cabeças vão rolar...
Sem contar o exemplo que temos da educação básica, em que deixam alguém virtualmente analfabeto terminar o primeiro grau (daqui a 3 anos, terminam o segundo), só pra evitar pagar a conta das reprovações.
 
Charles -  As cotas não aumentam o racismo, mas aumentam a discriminação contra negros, na medida em que passarão a identificar os negros com cotistas.
E, com isso, acho que pelo menos alguns de nós vão chegando à conclusão final à pergunta do tópico: sim, as cotas devem aumentar o ódio racial.

Eu apenas penso que não deveriam. Por esse raciocínio, dá medo de pensar que deficientes e pessoas de baixa renda também poderiam ser odiadas por serem "beneficiadas".

Antecipando: não estou distorcendo sua opinião. Apenas estou abstraindo o conceito, já q alguns argumentos anti-cotas (repito, não os seus) parecem odiar todos os tipos de cotas.

Racismo no Brasil, tem de monte. Discriminação racial, é algo muito raro. (eu pelo menos nunca vi negro ser barrado em restaurante, ou vizinhança, apenas por ser negro... existe, mas é caso isolado.
A discriminação existe, Ricardo, não são casos isolados não. Aqui apenas o pessoal prefere q ela seja velada na maior parte do tempo.

Há quem pense que é muito bom que o racismo daqui seja igual ao americano, "muito melhor que o nosso, pois as pessoas podem vê-lo claramente e se defender".
E eu continuo achando isso mesmo, Ricardo, apesar de vc achar "ridículo". A discriminação racial está aí e vc sabe disso. Então existem algumas opções melhores do que a de hoje: fazer com q ela desapareça, conhecer os nomes dos "inimigos" ou mantê-la como está. Lamento Ricardo, mas se eu receber pedras no meu telhado, saber quem atira não resolve o problema. Mas me permite que eu tome atitudes.
 Voltando às cotas: hoje, um médico negro recebe respeito até maior que os brancos (pois as pessoas pressupõem que ele era tão bom que venceu a pobreza, então tem um valor maior).Amanhã, elas porão em dúvida a competência desse mesmo médico negro, pois vão pressupor que ele é um cotista.[/i]
Charles - Não tem que ter valor maior ("pq "coitado", era pobrezinho e venceu") e nem menor. Considerar que o médico em questão terá valor menor é o mesmo que descrever as cotas como "ei, venham cá pegar logo seu diploma, caros amigos negros", e não é por aí. Se o médico é desqualificado, então que se revise o método de avaliação dos alunos durante o curso.
Mais uma vez, a ironia não é para você, Ricardo. Exceto se você realmente pensar desse modo, mas considero que você está avaliando apenas a possível reação da sociedade. E nesse caso, até concordo com você, que a ignorância e a análise superficial do assunto (já que a imprensa também não faz muita questão de ajudar) poderão levar a isso. Paciência. Ainda será melhor do que a falta de acesso.
 
(é isso aí - se você participou da discussão, e acha que a minha edição te fez injustiça, me contacte, que eu conserto. abraços, Ricardo)

Artigo feito por Ricardo Rosenberg, com a valorosa participação de diversos debatedores: Fabio, Virna, Charles, Emilia, etc. Obrigado!